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Sobre os medicamentos utilizados no tratamento do Diabetes Tipo 2

Sabemos que o Diabetes Tipo 2 é uma doença de fundo alimentar. Assim, a primeira abordagem para o tratamento de Diabetes Tipo 2 é a mudança de hábitos alimentares e de vida

Os medicamentos podem ser auxiliares no tratamento em alguns casos

Em outros casos, entretanto, quando a função das células beta do pâncreas já está muito comprometida, o tratamento com medicação se faz necessário (mesmo assim, deve ser feito em paralelo com mudanças de estilo de vida e alimentação). 


Mas todos os medicamentos possuem efeitos colaterais. E existe muita dúvida sobre como cada um deles funciona.  

É sobre isso que falaremos neste post.

Os açúcares adicionados conduzem à Doença Arterial Coronariana por meio da resistência à insulina

Você ainda tem dúvidas quanto aos riscos associados a níveis elevados de insulina no corpo?   


Níveis elevados de insulina são encontrados em múltiplos estados de doença, incluindo obesidade, doença arterial coronariana, hipertensão, doença vascular periférica e hipertrigliceridemia. Assim, qualquer fator dietético que piore a tolerância à glicose ou promova a resistência à insulina também provavelmente aumentará o risco de mortalidade de infarto agudo do miocárdio, doença arterial coronariana e mortalidade por doença arterial coronariana.  Considerando que uma dieta rica em açúcares adicionados (particularmente o componente de frutose) leva à resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcares adicionados é, sem dúvida, um fator contribuinte para a mortalidade por doença arterial coronariana e doença cardiovascular.    


Leia mais sobre isso no texto publicado no Blog.  

Exame de insulina pós-prandial como o biomarcador precoce para o diagnóstico de Diabetes tipo 2

Porque o diagnóstico de Diabetes tipo 2 costuma demorar tanto para ocorrer? Normalmente o paciente recebe o diagnóstico quando o problema já está bastante avançado e já causou vários danos ao corpo.   


Isso ocorre porque o procedimento padrão atual para diagnóstico de Diabetes tipo 2 leva em consideração os níveis de glicose em jejum (acima de 126 mg/dL). No entanto, a elevação da glicose em jejum é a última coisa que acontece.   


Mas existem outros marcadores que podem apontar esse diagnóstico de forma bem mais precoce.   


Leia mais sobre isso no texto publicado no Blog

A toxicidade da insulina

Alguns medicamentos utilizados no tratamento do diabetes AUMENTAM a secreção de insulina. E isso é bom ou ruim?   


A insulina em excesso é tóxica, particularmente em um cenário de diabetes tipo 2, onde a insulina basal já é muito alta”.   

A hiperinsulinemia tem sido fortemente associada ao câncer, doença cardíaca, acidente vascular cerebral, diabetes tipo 2, síndrome metabólica, fígado gorduroso não alcoólico, obesidade e demência de Alzheimer.   


Leia mais sobre isso no texto publicado no Blog

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Realizado em 18 de novembro de 2017, em Brasília 

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